Ontem foi dia de despedida.
Depois de um mês de férias aqui em casa, chegou o dia da minha irmã e sobrinhada regressarem a casa.
A cena repete-se ano após ano. No entanto, notei que este ano a sensação foi diferente. Se nos outros anos sentia um vazio, este ano senti solidão...quando os vi partir a primeira coisa que me veio á cabeça foi "lá estou eu sozinha... o que é que vai acontecer durante este ano?!... lá vou ter que enfrentar tudo sozinha".
Durante o último ano tive que enfrentar algumas situações algo difíceis... uma tia faleceu subitamente, minha mãe teve alguns problemas de saúde que mesmo não sendo graves deixou-me preocupada...e isto desgastou-me psicológicamente. Além disto, tenho a infelicidade de ter os meus 2 irmãos longe.
No momento da partida foi tudo isto que me passou pela cabeça, fiquei assustada.
A chegada a casa, a sensação de casa vazia e de aperto no peito, a saudade, o vazio...desta vez não senti isso. Apenas medo.
É bom tê-los por cá, mas os primeiros foram complicados...estava acostumada ao meu espaço, ao sossego, a fazer as coisas quando quero fazer e como quero fazer...mas como podem imaginar com 3 crianças em casa e toda a energia própria de crianças sossego é palavra que não existe, por isso desta vez este sossego até veio mesmo a calhar.
Depois de um mês de férias aqui em casa, chegou o dia da minha irmã e sobrinhada regressarem a casa.
A cena repete-se ano após ano. No entanto, notei que este ano a sensação foi diferente. Se nos outros anos sentia um vazio, este ano senti solidão...quando os vi partir a primeira coisa que me veio á cabeça foi "lá estou eu sozinha... o que é que vai acontecer durante este ano?!... lá vou ter que enfrentar tudo sozinha".
Durante o último ano tive que enfrentar algumas situações algo difíceis... uma tia faleceu subitamente, minha mãe teve alguns problemas de saúde que mesmo não sendo graves deixou-me preocupada...e isto desgastou-me psicológicamente. Além disto, tenho a infelicidade de ter os meus 2 irmãos longe.
No momento da partida foi tudo isto que me passou pela cabeça, fiquei assustada.
A chegada a casa, a sensação de casa vazia e de aperto no peito, a saudade, o vazio...desta vez não senti isso. Apenas medo.
É bom tê-los por cá, mas os primeiros foram complicados...estava acostumada ao meu espaço, ao sossego, a fazer as coisas quando quero fazer e como quero fazer...mas como podem imaginar com 3 crianças em casa e toda a energia própria de crianças sossego é palavra que não existe, por isso desta vez este sossego até veio mesmo a calhar.


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